segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Sefarad " Somos Judeus da península ibérica"


Desde a época em que o Rei Nabucodonosor conquistou Israel, os hebreus começaram a imigrar-se para a península ibérica. A comunidade judaica na península cresceu ainda mais durante os séculos II e I A.C., no período dos judeus Macabeus. Mais tarde, depois de Cristo, no ano 70, o imperador Tito ordenou destruir Jerusalém, determinando a expulsão de todo judeu de sua própria terra.


A derrota final ocorreu com Bar Kochba no ano 135 d.C, já na diáspora propriamente dita. A história confirma a presença dos judeus ibéricos, também denominados “sefaradim”, nessa península, no período dos godos, como comprovam as leis góticas que já os discriminavam dos cristãos. As relações judaico-cristãs começaram a agravar-se rapidamente após a chegada a Portugal de 120.000 judeus fugitivos e expulsos pela Inquisição Espanhola por meio do decreto dos Reis Fernando e Isabel em 31.03.1492.


Não demorou muito, a situação também se agravava em Portugal com o casamento entre D. Manoel I e Isabel, princesa espanhola filha dos reis católicos. Várias leis foram publicadas nessa época, destacando-se o édito de expulsão de D. Manoel I. Mais de 190.000 judeus foram forçados a confessar a fé católica, e após o batismo eram denominados “cristãos-novos”, quando mudavam também os seus nomes.


Várias atrocidades foram cometidas contra os judeus, que tinham seus bens confiscados, saqueados, sendo suas mulheres prostituídas e atiradas às chamas das fogueiras e as crianças tinham seus crânios esmagados dentro das próprias casas.

Nobres Sefaradi - Familia PIRES Molcho


Cristóvão Colombo, que na verdade não tinha esse nome, mas “Salvador Gonçalves Zarco”, descendente de João Gonçalves Zarco, descobridor da Ilha da Madeira e Judeu.


O sobrenome “Câmara” foi adotado por decreto do rei como “prêmio” a João Gonçalves Zarco pelas suas “obras” em favor de Portugal, tais como o combate aos mouros, antigos invasores da península e o descobrimento daquelas terras.


à “Casa de Abravanel”, judeus importantes da Espanha e Portugal expulsos pela inquisição e que se instalaram na Grécia, de onde veio o pai de Sanor Abravanel, conhecido popularmente como “Silvio Santos”.

Uma das hipóteses sobre a escolha desse nome que escondia a identidade portuguesa e judaica da Casa de Abravanel, cujo líder Isaac Abravanel fora expulso pelos reis espanhóis na época da hipócrita inquisição. Conservando o nome Zarco, isso seria um problema para o rei que promovia uma perseguição feroz aos judeus.

Outra avó mais antiga de Catharina de Barros foi Inês de Castro, que primeiro teve o papel de “amante” do príncipe D. Pedro de Portugal e depois de assassinada a mando do rei, quando já morta foi declara Rainha de Portugal e esposa de D.Pedro I de Portugal com o falecimento do pai, D.Afonso IV. Essa “avó” teve até a célebre cerimônia do “beija-mão” da rainha que mesmo morta foi retirada do túmulo para que o súditos lhe rendessem esse cumprimento.



Inês Pires de Castro, galega de nascimento, filha bastarda de D.Pedro Fernandez de Castro, poderoso fidalgo de Castela, e irmã de D. Fernando e D.Álvaro Pires de Castro, senhores de grande poder político da época na Espanha e filhos bastardos do Rei Sancho IV, Rei de Castela.E, ainda tinha uma ligação com a Família Albuquerque e com Afonso Sanchez, também bastardo de D.Diniz, uma provável causa do ódio que D.Afonso IV, pai de D.Pedro, causa de uma guerra civil que tomou conta de Portugal com a morte encomendada de Inês.Guerra essa, que só terminou com a mediação da Rainha Beatriz, mãe de D.Pedro.


Através dessas ascendências e de outras numerosas ligações, a linha genética de Catharina vai às famílias de reis da França, Alemanha, Itália e outras famílias nobres européias dentre os Judeus sefaradi e Marranos desta Europa Portuguesa e Espanhola.



SOBERANIA SEMITA

Brasão Familia Pires Peres - sefarad - Jews

Brasão Familia Pires Peres - sefarad
Farias, Pires, Peres, Perez - de P-R-S = "partir, dividir, fatiar, ruptura" ou "moeda, presente ou prêmio". Melhor ainda, "o que se lança", "o arrojado", "o quebrantador" (Bereshit- Genesis - 38.29). Peres e Pires são citados por GONSALVES DE MELLO; WIZNITZER apresenta Faria e Peres, e SALVADOR cita os três
Names jews -Sefarad - Pires - Peres

Robert Hymie Peres

Cemetery ID:
SAFR-00871

Chevra Kadisha, Johannesburg
South Africa
Africa do Sul
Johannesburg Jewish Helping Hand & Burial Society

Lucille Peres

Chevra Kadisha, Johannesburg
Africa do Sul

Matityahu Peres / פרס, /
Rehovot
Israel

Naima Saleh Peres
Mumbai (Maharashtra)
India
street
Near Chinchpokli Train Station

Eretz Israel - Pires e Peres - Perez


E essa Sigla ou fonema ES/EZ que representa a frase Eretz Israel = Terra de Israel, para designar que a pessoa pertence a uma família de origem judaica ou do povo de Israel, convertida a força ao catolicismo durante a época da inquisição, é encontrado com a mesma finalidade tanto nos sobrenomes Perez/Peres/ Pires, como também para designar, por exemplo, a origem judaica dos sobrenomes de família de origem hispânico-portuguesa: Aires/Ayres, Anes/Annes (forma reduzida de Yohanes/Yochnam/

A linhagem Pires -´Perez - Fares são da mesma raiz em um ancestral comun como se consta nos brasões a baixo:



Este Brasão sua forma antiga da familia , diferenciado do atual nos quais as Cores Amarelo e vermelho , Nota se que sua forma original.



Veja que este brasão e da familia Peres , sendo o mesmo brasão da familia Pires.
Dados estes :
Novinsky, Anita, Prisioneiros Brasileiros na Inquisição, Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 2001 Novinsky,
NOVINSKI Anita. Inquisição, Inventários de Bens Confiscados a Cristãos-Novos no Brasil – século XVIII. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 1978, pp.223-224

Os Perezitas - Perez - Pires AMSDJU


Hamisha Humshei Torah - Bamidbar ( Pires – Peres)
Pires. E a origem judaica desse sobrenome está no fato d
e que Pires é uma variação de Peres/Perez, que por sua vez é variante por descendência do sobrenome hebraico antigo Peretez, que é uma das d
uas famílias principais que compunham a antiga tribo de Judá juntamente com os Zeraítas descendentes de Zerá.
Torah - Hamisha Humshei Torah - Bamidbar (dohebraico במדבר No deserto, ou No ermo ) é o nome da quarta parte da Torá. Números 26
19 Os filhos de Judá: Er e Onã; mas Er e Onã morreram na terra de Canaã.
20 Assim os filhos de Judá, segundo as suas famílias, eram
: de Selá, a família dos selanitas; de Pérez, a família dosperezitas; de Zerá, a família dos zeraítas.
21 E os filhos de Pérez eram: de Hezrom, a família dos hezronitas; de Hamul, a família dos hamulitas.
22 Estas são as famílias de Judá, segundo os que foram deles contados, setenta e seis mil e quinhentos.
Os dados sobre o Apelido Pires Peres citados nesse text
o foram colhidos dos seguintes livros que são fontes de pesquisa histórica- genealógica para a identificação de famílias judaicas de origem sefaradita:
1) Genealogia Hebraica de Portugal e Gibraltar dos Seculos XVII-XX de José Maria Raposo de Souza Abecassis
2) Inquisição de Evóra dos Primórdios a 1668, de Antônio Borges Coelho
3) Os Marranos e a Diáspora Sefardita, de Hélio Daniel Cordeiro
5) Raízes Judaicas do Brasil -Os Arquivos Secretos da Inquisição, de Flávio Mendes de Carvalho
7) Lista dos Sepultados no Cemitério de Oudhkerk- Holanda nos séculos XVII e XVIII
9) Quantos Judeus estiveram no Brasil Holandês e Outros Ensaios, de Egon e Frieda Wolf
10) Enciclopédia Judaica, vários autores
11) Dicionário Sefaradita de Sobrenomes, de Guilherme Faiguenboim, Anna Rosa Campagnano e Paulo Valadares
12) Heréticos e Impuros -A Inquisição e os Cristãos -Novos no Rio de Janeiro , de Lina Goreisntein Ferreira da Silva
13) Um Caderno de Cristãos -Novos de Barcelos, de Luís de Bivar Guerra
14) Ha-Lapid, do Cap Arthur Carlos de Barros Bastos
15) The Sefaradim in The England, de Albert Montefiore Hyamson
16) Comunidades Judias de Latinoamerica, de Abraham Monk e Jose Isaacson
17) A Inquisição em Minas Gerais no Seculo XVIII, de Neusa Fernandes
18) Os Judeus Portugueses em Amsterdam , de Mendes dos Remédios
19) Inquisição - Rol dos Culpados. Fontes Para Historia do Brasil, de Anita Waingort Novinsky
20) Erensia Sefardi, de Albert de Vidas
22) Sephardic Names in Amsterdam , de Vibeke Sealtiel Olsen
23) Os Batizados em Pé, de Elias Lipiner
24) A Inquisição Portuguesa no Século XVII, de Antônio de Portugal de Faria.
25) Os Judeus em Portugal no Século XV, de Maria José Pimenta Ferro Tavares
26) Judeus- Os Povoadores do Brasil Colônia, de Elias José Lourenço
27) Primeira Comunidade Isrealita Brasileira, de Abraham Ramiro Bentes
28) História da Inquisição: Portugal,Espanha e Itália- Séculos XV-XIX , de Francisco
Bitencourtt

31) El Descubrimiento de la Cultura Sefaradi , de Mario Cohen
33) Les Noms des Juifs du maroc, de Abrahan Isaac Laredo
34) Livorno e gli Ebrei dell Africa del nord nel Settecento, de Jean
Pierre Fillipin.
35) Los Hijos de Ibero-Franconia. Breviário del Mundo Sefaradi desde las Ori
genes hasta nuestros dias.
36) Los nombres de familia de los judíos sefradies de Salonica, de Michel Molho
37) Mariages juifs á Paris de 1793 à 1802, de Claudice Blamont.
38) Registres Matrimoniaux de la Communiaute Juive Portugaise de Tunis (sécules X
VI-XIX), de Robert Attal e Joseph Avivi
39) Révue Circle de Généalogie Juive, de Claudie Blamont
40) Révue de Généalogie et d'Histoire Séfarades , de Laurence Abensur-Hazam
41) Memorial Brasil Sefarad
42) American sourcebook Jews, de Michael E Staub
43. Subsídios para os Estudo das Gentes da Nação ( Cristãos-Novos) nos Açores na 1a Metade do Século XVII, de José Olívio Mendes Rocha
44) Judeus e Inquisição na Guarda, de Adriano Vasco Rodrigues
45) First American Jwish Families- 600 Genealogies (1654-1988), de Malcolm H. Stern

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Dilma em postura anti-cristã manda retirar do seu gabinete Bíblia e crucifixo

Em sua primeira semana, Dilma Rousseff fez mudanças em seu gabinete. Substituiu um computador por um laptop e retirou a Bíblia da mesa e o crucifixo da parede.
Durante a campanha eleitoral, a então candidata se declarou católica e foi atacada pelos adversários sob a acusação de ter mudado suas posições religiosas.
A presidente também trocou móveis para deixar o ambiente “mais confortável”. Os estofados coral, usados no Palácio do Catete no governo Vargas, foram substituídos por poltronas e um sofá da linha Navona, do arquiteto Sergio Rodrigues.
Dilma começou a trabalhar às 9h30. O primeiro compromisso é com Helena Chagas (Comunicação Social) para se informar; a seguir, com o chefe de gabinete, Gilles Azevedo; depois com Antonio Palocci (Casa Civil).
A presidente não tolera atrasos. Pede objetividade e não gosta de expressões como “eu acho”. Apesar do estilo rígido, um interlocutor que acompanhou os primeiros dias de Lula no poder diz que a sensação é de que Dilma está “mais à vontade”.
No período inicial, uma semelhança entre eles: Lula priorizou a agenda interna. Dilma faz o mesmo ao ter o trabalho dominado por reuniões com ministros.
Fonte : Folha